Inesperadamente ocorre,
O que o planejado não alcançava.
De repente vejo algo,
Sem desconfiar,
Se tratava de um elo, sim um elo singelo,
Mas que me traria um tesouro,
Sem eu menos esperar.
Encantado admirei,
Bem atento observei,
Minha retina ultrapassa os limites insondáveis da consciência
Para decifrar o que havia ocorrido.
Aff.
Eu mais uma vez tentando intelectualizar tudo!
Estava ali um tesouro simples, ousado, e Sendo!
Leve, solta,interessante e tudo mais que poderia preencher de belo ali cabia;
A medida que percebia a sua magia,
Me deixava envolver, quando a mesma ecoava como um carinho profundo em meu coração.
Um tesouro ali?!
Mas naquele lugar?!
Talvez para mim que pude perceber aquele brilho.
Talvez em toda esquina aja um tesouro para quem saiba perceber!
Era engraçada, desajeitada, intrometida e linda.
E estava ali, com toda sua sinceridade e sua super sinceridade não processada,
Iluminando um pouco alguns corações aflitos.
Vi em ardnek um brilho que me deu alegria,
Na socialização com sinceridade mas sem entregas descompassadas.
Na atuação observativa de si mesmo ao ponto de permanecer de pé,
Sem mergulhar na onda que proporciona a cada atitude gerada.
Sim não saber em quantas primaveras se fez aquela Flor,
Nem em quantos desertos aquela lua já iluminou,
Porém passei pela flor, não de nariz em pé,
Pois precisei abaixar a vista para vê-la,
Mas com muita preocupação na gramática,
Para que este poema pudesse sair a altura d' est.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Minha Flor!
Existe um ponto da vida onde esquecemos o que somos,
Não por maldade divina, nem por disfunção orgânica,
Mas sim por insegurança de quem realmente somos.
E por isso, eis aqui tua identidade Mulher...
Tu és aquela dominante Senhora do meu coração,
Tu és a Mãe do meu Fruto e de minha semente,
Tu és a vela acessa no final do túnel,
Por onde morro de medo, quando palpitas em apagar-te.
Tu és a Digna que se despoja diante de mim para me iluminar,
Tu és a imagem imaculada que sustenta as colunas de nossa casa,
Tu és minha Mãe, minha Deusa e minha Mulher,
Ao qual velo de joelhos sem pestanejar;
Nem que eu escrevesse um livro, do tamanho da bíblia
Descreveria tão minunciosamente quem tu representas.
Para que queres um poema, ou uma prosa?
Se tens ao teu dispor meus olhos e minha alma;
Para ti, que não lembra quem és,
Eis aqui tua identidade Mulher:
"Não importa o que o resto do mundo diga,
Para mim você é TUDO!"
Não por maldade divina, nem por disfunção orgânica,
Mas sim por insegurança de quem realmente somos.
E por isso, eis aqui tua identidade Mulher...
Tu és aquela dominante Senhora do meu coração,
Tu és a Mãe do meu Fruto e de minha semente,
Tu és a vela acessa no final do túnel,
Por onde morro de medo, quando palpitas em apagar-te.
Tu és a Digna que se despoja diante de mim para me iluminar,
Tu és a imagem imaculada que sustenta as colunas de nossa casa,
Tu és minha Mãe, minha Deusa e minha Mulher,
Ao qual velo de joelhos sem pestanejar;
Nem que eu escrevesse um livro, do tamanho da bíblia
Descreveria tão minunciosamente quem tu representas.
Para que queres um poema, ou uma prosa?
Se tens ao teu dispor meus olhos e minha alma;
Para ti, que não lembra quem és,
Eis aqui tua identidade Mulher:
"Não importa o que o resto do mundo diga,
Para mim você é TUDO!"
domingo, 11 de março de 2012
Tola Filosofia
Peço perdão publicamente aos Deuses, por ter chegado a tal ponto de esquecimento, que esqueceria de mim mesmo, e por ter acreditado por muito tempo que nada podia ser feito para mudar o destino tinha traçado.
Eu confesso, estava enganado!
Como pude chegar tão longe e viver a crença que nada posso,
que nada devo pois tudo se acertará por si só.
Pobre de mim, eu não posso mudar o mundo, mas quantos minutos, horas ou dias felizes eu posso proporcionar para meus irmãos.... de fato eu não sei... Mas crer que nada posso fazer é absurdo. Se ignoro a condição de meio de campo, nunca poderia o atacante fazer o gol. . . Se o sol acreditasse nessa besteira filosófica que eu vivi, como seria os habitantes da terra? Não seriam!
Mais uma vez ratifico o meu pedido de perdão, nem que eu sirva de isca para crocodilos, ainda sim servirei...
Não deixa-me-ei abater pela inércia da incompreensão e avante seguirei... estejam comigo, pois eu estarei com vós, até o fim de meus dias....
Eu confesso, estava enganado!
Como pude chegar tão longe e viver a crença que nada posso,
que nada devo pois tudo se acertará por si só.
Pobre de mim, eu não posso mudar o mundo, mas quantos minutos, horas ou dias felizes eu posso proporcionar para meus irmãos.... de fato eu não sei... Mas crer que nada posso fazer é absurdo. Se ignoro a condição de meio de campo, nunca poderia o atacante fazer o gol. . . Se o sol acreditasse nessa besteira filosófica que eu vivi, como seria os habitantes da terra? Não seriam!
Mais uma vez ratifico o meu pedido de perdão, nem que eu sirva de isca para crocodilos, ainda sim servirei...
Não deixa-me-ei abater pela inércia da incompreensão e avante seguirei... estejam comigo, pois eu estarei com vós, até o fim de meus dias....
Divina Mãe
Meu coração gemia na cruz,
Me sentia sufocado e incapaz.
Meu filho equilibrando-se com um pé na beira do abismo,
E eu amordaçado em uma cruz.
Um grito me rompeu um peito e assim escapei da cruz,
Porém consegui chegar há tempo de ouvir:
- Papai eu me segurei aqui, pois sabia que você viria!
Meu coração se encheu de tristeza e nuvens...
E logo me veio toda a clareza do mundo ao som de lacrimosa,
Minha Divina Mãe me oferecia o melhor néctar dos deuses.
E eu me questionava: -Como pode me doar tão valioso néctar, se eu acabara de apontar-lhe uma espada.
Um silêncio frio me rompeu no peito e aos prantos me questionei:
-Quem sóis vóis, oh! Venerável Ser! Que mesmo eu marchando em guerra contra vóis, conseguem me dar amor...
Uma sonolência me pegava e pude compreender: A Mulher; A Falta; e os Agentes que a cometeram...
Eu estava fazendo a mesma coisa que não suportava na Mullher,
Os motivos faltantes eram os mesmos que A Mulher carecia,
E as cobranças que eu fazia com a Mulher, era mesma que eu fazia para comigo mesmo,
E era a mesma cobrança que me atavam as mãos, amarrava os pés e turvava a visão...
Como poderia ensinar a uma pessoa a amar, com uma espada na mão?!
De fato, eu cometia o mesmo erro que julgava inadimissível...
Me perdoe minha Divina Mãe, me perdoe Mulher...
Me ensina a ser ver as minhas faltas, para que delas eu possa preencher os teus anseios.
Se todo homem encarnasse o Amor que existe em uma Mulher e em uma Mãe, este não seria apenas mais um homem e sim um DEUS.
Me sentia sufocado e incapaz.
Meu filho equilibrando-se com um pé na beira do abismo,
E eu amordaçado em uma cruz.
Um grito me rompeu um peito e assim escapei da cruz,
Porém consegui chegar há tempo de ouvir:
- Papai eu me segurei aqui, pois sabia que você viria!
Meu coração se encheu de tristeza e nuvens...
E logo me veio toda a clareza do mundo ao som de lacrimosa,
Minha Divina Mãe me oferecia o melhor néctar dos deuses.
E eu me questionava: -Como pode me doar tão valioso néctar, se eu acabara de apontar-lhe uma espada.
Um silêncio frio me rompeu no peito e aos prantos me questionei:
-Quem sóis vóis, oh! Venerável Ser! Que mesmo eu marchando em guerra contra vóis, conseguem me dar amor...
Uma sonolência me pegava e pude compreender: A Mulher; A Falta; e os Agentes que a cometeram...
Eu estava fazendo a mesma coisa que não suportava na Mullher,
Os motivos faltantes eram os mesmos que A Mulher carecia,
E as cobranças que eu fazia com a Mulher, era mesma que eu fazia para comigo mesmo,
E era a mesma cobrança que me atavam as mãos, amarrava os pés e turvava a visão...
Como poderia ensinar a uma pessoa a amar, com uma espada na mão?!
De fato, eu cometia o mesmo erro que julgava inadimissível...
Me perdoe minha Divina Mãe, me perdoe Mulher...
Me ensina a ser ver as minhas faltas, para que delas eu possa preencher os teus anseios.
Se todo homem encarnasse o Amor que existe em uma Mulher e em uma Mãe, este não seria apenas mais um homem e sim um DEUS.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Samira
Não a conhecia tempo necessário para descrevê-la,
Mas compreendia perfeitamente
A importância daquela que estava a minha frente.
Era doce, meiga, alegre e distraída...
Parecia uma Manga Rosa!
Putz...
Acabei de Lembrar:
"-Da manga rosa quero doce do sul..."
Nunca gostei dessa música até o dia em que ela cantou.
Fico pensando no dia em que ele ler esta prosa,
Será que prenderia a atenção dela?
E como era difícil prender aqueles olhos!!!
Ah... Aqueles olhos...
Dotados de um brilho que ilumiava até os confins do universo,
Mas só de iluminar meu SER já era o bastante...
Bastante para eu ter certeza que acabara de encontrar
Uma amiga apaixonante, de olhos irradiantes e alma impressionante.
Mas compreendia perfeitamente
A importância daquela que estava a minha frente.
Era doce, meiga, alegre e distraída...
Parecia uma Manga Rosa!
Putz...
Acabei de Lembrar:
"-Da manga rosa quero doce do sul..."
Nunca gostei dessa música até o dia em que ela cantou.
Fico pensando no dia em que ele ler esta prosa,
Será que prenderia a atenção dela?
E como era difícil prender aqueles olhos!!!
Ah... Aqueles olhos...
Dotados de um brilho que ilumiava até os confins do universo,
Mas só de iluminar meu SER já era o bastante...
Bastante para eu ter certeza que acabara de encontrar
Uma amiga apaixonante, de olhos irradiantes e alma impressionante.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Levar o Circo !!!!
Parecia uma festa,
Mas no meio do meu trabalho?!
Eu não podia acreditar naqueles saltimbancos, espalhando sorrisos num ambiente tão sério.
Eis que me distrai por uns instantes, através da música do cortejo e das cores.
E logo colidi com uns olhos azuis lindos, serenos e meigos.
Quando me dei conta era uma moça de vermelho que bailava entre aqueles gigantes.
Bailava com suavidade, mas com olhar atento ao redor,
como se procurasse com esperança um brilho nos olhos, um encantamento.
Pude ver em seus olhos a felicidade de servir a alegria e de seguir o circo.
Toda atmosfera parecia tão mágica, que desconfiava se eram todos humanos.
A vida no circo soa tão leve, que se eu soubesse dar água para elefante,
Talvez eu me renderia ao maravilhoso universo do circo, em sua apresentação única pela vida...
Mas no meio do meu trabalho?!
Eu não podia acreditar naqueles saltimbancos, espalhando sorrisos num ambiente tão sério.
Eis que me distrai por uns instantes, através da música do cortejo e das cores.
E logo colidi com uns olhos azuis lindos, serenos e meigos.
Quando me dei conta era uma moça de vermelho que bailava entre aqueles gigantes.
Bailava com suavidade, mas com olhar atento ao redor,
como se procurasse com esperança um brilho nos olhos, um encantamento.
Pude ver em seus olhos a felicidade de servir a alegria e de seguir o circo.
Toda atmosfera parecia tão mágica, que desconfiava se eram todos humanos.
A vida no circo soa tão leve, que se eu soubesse dar água para elefante,
Talvez eu me renderia ao maravilhoso universo do circo, em sua apresentação única pela vida...
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Simples Asiul
Pressenti a sua chegada,
Meus olhos estavam ansiosos para ver
O que meu coração já havia detectado.
E por um instante seu nome ecoou...
Foi uma briga de sentidos para lhe reconhecer.
Mas por fim, meus os olhos te avistaram ao alto,
E seu nome passeou pelos meus ouvidos.
Acho que até os extintores de segurança
Perceberam a felicidade dos meus olhos ao encontrar os seus.
Fiz questão de bater os pés no chão
Pra sentir que ainda estava na terra.
Não compreendo esta estranha loucura
De te querer assim.
Apenas te quero,
Como a canção quer ser cantada.
Como a viola quer ser tocada...
De tantas superações que existem na vida:
Do homem chegando a lua,
De uma Senhora de 70 e alguns anos
Com 50 livros lançados dando palestras,
De uma estátua viva imóvel por 6 hrs...
Eu só sei o seu nome...
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