Peço perdão publicamente aos Deuses, por ter chegado a tal ponto de esquecimento, que esqueceria de mim mesmo, e por ter acreditado por muito tempo que nada podia ser feito para mudar o destino tinha traçado.
Eu confesso, estava enganado!
Como pude chegar tão longe e viver a crença que nada posso,
que nada devo pois tudo se acertará por si só.
Pobre de mim, eu não posso mudar o mundo, mas quantos minutos, horas ou dias felizes eu posso proporcionar para meus irmãos.... de fato eu não sei... Mas crer que nada posso fazer é absurdo. Se ignoro a condição de meio de campo, nunca poderia o atacante fazer o gol. . . Se o sol acreditasse nessa besteira filosófica que eu vivi, como seria os habitantes da terra? Não seriam!
Mais uma vez ratifico o meu pedido de perdão, nem que eu sirva de isca para crocodilos, ainda sim servirei...
Não deixa-me-ei abater pela inércia da incompreensão e avante seguirei... estejam comigo, pois eu estarei com vós, até o fim de meus dias....
