É fácil amar em dias de sol
Mas lhe devo sinceridade e digo:
Me ame quando eu menos merecer
Pois será o momento que mais preciso...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Poeta do Morro
Eu sou poeta lá do morro
E foi assim que Deus me fez
Cantando samba a noite inteira
Eu sou mais forte
Eu sou mais gente, eu sou o rei.
Eu sou a pura melodia
Que é feita de amor de alegria
Sou eu que infeito a cidade com a poesia
Eu desço do morro do são carlos pro asfalto
Malandro não tem salto alto
Eu desço pra ver, perceber
Muita gente não vê...
(Luiz Melodia)
E foi assim que Deus me fez
Cantando samba a noite inteira
Eu sou mais forte
Eu sou mais gente, eu sou o rei.
Eu sou a pura melodia
Que é feita de amor de alegria
Sou eu que infeito a cidade com a poesia
Eu desço do morro do são carlos pro asfalto
Malandro não tem salto alto
Eu desço pra ver, perceber
Muita gente não vê...
(Luiz Melodia)
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Os Escafandristas
“Quando meu peito abriu
o seu se fechou na mesma proporção
uma tormenta inundou todo o meu mundo
fechando assim o acesso do vento e do sol
mas ainda sim conservava o brilho da esperança
de quiçá um dia ser desvelado por algum escafandrista
que procure um simples, mas valioso tesouro.”
o seu se fechou na mesma proporção
uma tormenta inundou todo o meu mundo
fechando assim o acesso do vento e do sol
mas ainda sim conservava o brilho da esperança
de quiçá um dia ser desvelado por algum escafandrista
que procure um simples, mas valioso tesouro.”
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Futuros amantes
Sinto a premissa de amar
Quando de ti meu corpo se aproxima.
E quando estás a mil léguas de mim
O exílio da saudade me tortura
O vento brinda meus cabelos
Meu sorriso sobressai a tudo
Atraindo seus olhos aos meus seios
Expondo meu pescoço ao arranhar de tua barba
O sangue se perde por entre as minhas veias
Meu pulmão não controla mais a respiração
Os ouvidos só escutam seus lábios a cantar
Tão pouco enxergo o cenário ao redor
Sinto um alarde em meu coração
Ao sentir seu cheiro.
Minha alma te reconhece e anuncia
com um arrepio a chegada de seu comandante
Se meu corpo fosse um piano
Ao encontrar o seu faríamos uma ópera
Pois ele não obedece a mais ninguém
E ninguém o toca com tanta perfeição.
Meu instinto quer se fundir em teus braços,
Minha razão pede complacência ao te ver,
O desejo maciço quer apenas um beijo
E meu peito fogoso te quer por inteiro
Teu jeito intenso e rude
De se perder em meus lábios
Tocando meus seios suave
Enquanto nos fazemos um só. . .
Mas apesar dos desejos e sonhos
Sou apenas um amor esperando em silêncio
O dia de alvorecer em seus braços
Como futuros deuses amantes.
Quando de ti meu corpo se aproxima.
E quando estás a mil léguas de mim
O exílio da saudade me tortura
O vento brinda meus cabelos
Meu sorriso sobressai a tudo
Atraindo seus olhos aos meus seios
Expondo meu pescoço ao arranhar de tua barba
O sangue se perde por entre as minhas veias
Meu pulmão não controla mais a respiração
Os ouvidos só escutam seus lábios a cantar
Tão pouco enxergo o cenário ao redor
Sinto um alarde em meu coração
Ao sentir seu cheiro.
Minha alma te reconhece e anuncia
com um arrepio a chegada de seu comandante
Se meu corpo fosse um piano
Ao encontrar o seu faríamos uma ópera
Pois ele não obedece a mais ninguém
E ninguém o toca com tanta perfeição.
Meu instinto quer se fundir em teus braços,
Minha razão pede complacência ao te ver,
O desejo maciço quer apenas um beijo
E meu peito fogoso te quer por inteiro
Teu jeito intenso e rude
De se perder em meus lábios
Tocando meus seios suave
Enquanto nos fazemos um só. . .
Mas apesar dos desejos e sonhos
Sou apenas um amor esperando em silêncio
O dia de alvorecer em seus braços
Como futuros deuses amantes.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Perfeita!!!!
"A criança que fui agora chora na estrada.
Deixei-a ali quando vim ser quem sou.
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
quero ir buscar quem fui onde ficou".
FERNANDO PESSOA
Deixei-a ali quando vim ser quem sou.
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
quero ir buscar quem fui onde ficou".
FERNANDO PESSOA
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Em verso o poeta, nasce a poesia
A poesia revela um momento frágil de um sonhador
Como um suspiro embriagado, onde um sonho revela seu íntimo
Muitas vezes inapropriado, mas ainda sim sincero.
São palavvras consumidas, que resume o sentimento momentâneo
A arma secreta de um pensador, uma saída para o jogador
Porém deveras ter consciência. Mas se não tiver, melhor ainda.
Entender nem sempre é possível, mas sentir a alma do poeta esta ao alcance de todo coração
É a chave maior de toda beleza, não precisa provar inteligência, não precisa fingir obediência
Basta apenas imitar aos pássaros, que se calam aguardando o sol,
Para lhe saudar com seus mais belos cânticos.
Como um suspiro embriagado, onde um sonho revela seu íntimo
Muitas vezes inapropriado, mas ainda sim sincero.
São palavvras consumidas, que resume o sentimento momentâneo
A arma secreta de um pensador, uma saída para o jogador
Porém deveras ter consciência. Mas se não tiver, melhor ainda.
Entender nem sempre é possível, mas sentir a alma do poeta esta ao alcance de todo coração
É a chave maior de toda beleza, não precisa provar inteligência, não precisa fingir obediência
Basta apenas imitar aos pássaros, que se calam aguardando o sol,
Para lhe saudar com seus mais belos cânticos.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Adeus Robocop - Amigo mais certo das horas incertas
De tantas noites, a salvação
Mil aventuras nos conduziu
Parte essencial do clã
Devaneios inesperados passamos
Mas sempre amigo suficiente
Pra não nos abandonar no meio do caminho.
... Putz! Carro quebrou! Bem na porta do cabaré.
Homem caído! ... Foda-se!
Seguir em frente, pois, afrodite nos espera, de braços e pernas abertos.
De sul a norte cantarolamos
de leste a oeste vivemos seus ares.
Todos os momentos foram perfeitos,
E todos os amigos reconhecem
Que não foi eu, nem eles
Nem terceiros, nem coadjuvantes
Mas Ele, somente ele
Sem pedir nada em troca
Sem nem ao menos reclamar
Se existe alguém que foi amigo até o fim
Foi Ele, e é pra ele que deixamos o nosso sentimento:
- Adeus Robocop, suas lembranças não serão apagadas!
Mil aventuras nos conduziu
Parte essencial do clã
Devaneios inesperados passamos
Mas sempre amigo suficiente
Pra não nos abandonar no meio do caminho.
... Putz! Carro quebrou! Bem na porta do cabaré.
Homem caído! ... Foda-se!
Seguir em frente, pois, afrodite nos espera, de braços e pernas abertos.
De sul a norte cantarolamos
de leste a oeste vivemos seus ares.
Todos os momentos foram perfeitos,
E todos os amigos reconhecem
Que não foi eu, nem eles
Nem terceiros, nem coadjuvantes
Mas Ele, somente ele
Sem pedir nada em troca
Sem nem ao menos reclamar
Se existe alguém que foi amigo até o fim
Foi Ele, e é pra ele que deixamos o nosso sentimento:
- Adeus Robocop, suas lembranças não serão apagadas!
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