segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Acreditar no Sentir

Inesperadamente ocorre,
O que o planejado não alcançava.
De repente vejo algo,
Sem desconfiar,
Se tratava de um elo, sim um elo singelo,
Mas que me traria um tesouro,
Sem eu menos esperar.
Encantado admirei,
Bem atento observei,
Minha retina ultrapassa os limites insondáveis da consciência
Para decifrar o que havia ocorrido.

Aff.
Eu mais uma vez tentando intelectualizar tudo!
Estava ali um tesouro simples, ousado, e Sendo!
Leve, solta,interessante e tudo mais que poderia preencher de belo ali cabia;
A medida que percebia a sua magia,
Me deixava envolver, quando a mesma ecoava como um carinho profundo em meu coração.
Um tesouro ali?!
Mas naquele lugar?!
Talvez para mim que pude perceber aquele brilho.
Talvez em toda esquina aja um tesouro para quem saiba perceber!
Era engraçada, desajeitada, intrometida e linda.
E estava ali, com toda sua sinceridade e sua super sinceridade não processada,
Iluminando um pouco alguns corações aflitos.

Vi em ardnek um brilho que me deu alegria,
Na socialização com sinceridade mas sem entregas descompassadas.
Na atuação observativa de si mesmo ao ponto de permanecer de pé,
Sem mergulhar na onda que proporciona a cada atitude gerada.

Sim não saber em quantas primaveras se fez aquela Flor,
Nem em quantos desertos aquela lua já iluminou,
Porém passei pela flor, não de nariz em pé,
Pois precisei abaixar a vista para vê-la,
Mas com muita preocupação na gramática,
Para que este poema pudesse sair a altura d' est.